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Revolução Constitucionalista de São Paulo em 1932

A Revolução Constitucionalista de São Paulo ocorreu devido a grande ressentimento contra Vargas, pois a oligarquia cafeeira paulista foi o grupos mais atingido pela Revolução de 30 que ficou despojado do poder.

Os interventores estaduais escolhidos por Getúlio nunca foram bem aceito pelos paulistas. Somados a isto empresários reclamavam direitos trabalhistas concedidos por Getúlio.

A classe média e os estudantes paulistas foram tomados por incontrolado clima de revolta. Exigiam eles como principal reivindicação a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte acreditando que, com uma Constituição, os Estados teriam mais autonomias e o país não seria governado pelos desígnios de Getúlio, mas representaria o império da lei, votada e aprovada pelos representantes do povo.

O governo cede à idéia e em 1932 aprovou lei eleitoral que convocava eleições para 3 de maio de 1933 para uma nova Assembléia Constituinte.

O povo paulista não se contentou, em maio de 1932 pegou em armas forçando o governo a atender suas reivindicações.Apoiados pelo povo paulista, a elite dirigente e os chefes militares resolveram agir baseados em vários motivos: as constantes interferências dos tenentes na política interna de São Paulo, a negativa do governo federal em dotar São Paulo de um governador civil e paulista, e os constantes choques armados entre a mocidade paulista e os representantes do governo federal - um deles acabou vitimando em 23 de maio os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, dando a origem à associação popular MMDC.

Em comunicado oficial, Francisco Morato, o general Isidoro Dias Lopes, o general Bertoldo Klinger e Pedro de Toledo, a Junta Revolucionária declarou estado de guerra contra o governo provisório de Getúlio Vargas.

Havia união e todos estavam imbuídos num esforço de guerra. Mas desde o início os paulistas ficaram sozinhos, foram boicotados nos reforços militares prometidos por Minas Gerais e Rio Grande do Sul e em menos de quatro meses, tiveram de se render

A Revolução Constitucionalista de 32 teve duas conotações: uma de que os paulistas desejavam apenas a volta a normalidade como unidade territorial de maior expressão na política brasileira; outra de que os paulistas desejavam realmente a deposição de Getúlio e a volta ao antigo regime.

Diante de tudo isto o governo federal apressou a volta à normalidade.

 

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Última atualização: quarta-feira, 02 de junho de 2010