Forte de Copacabana
Início do Portal Tuia.com.brHome Sugestões de leitura Considerações finais

Alfaiates
República de 1817
Balaiada
Backmans
Cabanada
Cabanagem
Canudos
Chibata
Guerra do Contestado
Guerra dos Emboabas
Confederação do Equador
Revolução Farroupilha
Revolução de 1924
Revolução de 1930
Revolução de 1932
Revolução de 1964
Forte de Copacabana
Guerra do Paraguai
Inconfidência Mineira
Índios: A luta de 500 anos
Intentona Comunista
Invasões holandesas
Revolta de Juazeiro
Cangaço
Guerra dos Mascates
Negros - A luta inconclusa
Revolução Praieira
Coluna Prestes
Quebra-quilos
Revolta do Malês
Revolta da Sabinada

Revolta do Forte de Copacabana

Foi um movimento de militares tenentista que se iniciou em 5 de julho de 1922. Tinha relação com as eleições presidenciais ocorridas nesse mesmo ano. Alguns militares aspiravam o poder político e eram contrários à candidatura do mineiro Artur Bernardes, candidato "café-com-leite" nas eleições de 1922, apoiado pelo presidente Epitácio Pessoa.
As campanhas presidenciais transcorriam normalmente até que o jornal carioca Correio da Manhã, publicou algumas cartas, atribuídas a Artur Bernardes, que injuriavam o Exército e atacavam violentamente a moral do marechal Hermes da Fonseca, chamando-o de canalha, e exigiam que Epitácio Pessoa punisse severamente os generais que as cartas chamavam de "anarquizadores".
Embora Artur Bernardes afirmasse que as cartas eram falsas, estava aceso o estopim. O movimento ganhou impulso, com a participação da juventude militar - tenentes e capitães da oposição - estava disposta a uma reação armada contra as injúrias e contra a corrupção política.
Epitácio Pessoa, presidente da República, indispondo-se com Hermes da Fonseca, mandou prendê-lo e fechou o Clube Militar do qual Hermes era presidente.

Explodiu o movimento armado, em 5 de julho de 1922, comandado por Euclides da Fonseca, filho de Hermes. De início tomaram o Forte de Copacabana e e atacaram o quartel-general do Exército, provocando outras revoltas na Escola Militar e em outros quartéis.
A reação do governo, com as forças fiéis do Exército, deu resultado positivo; pois sufocou a rebelião e bombardeou o forte. No dia 7 de julho, 17 oficiais que não se renderam, saíram do forte e, juntamente com um civil que aderiu à luta, partiram para enfrentar as forças do governo, na praia de Copacabana. Dos 18 morreram 16, tendo escapado os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes. Tal episódio ficou conhecido como "Os 18 do Forte".

Embora o governo tenha alcançado sucesso nessa rebelião, garantindo a supremacia de São Paulo e Minas Gerais no cenário político nacional, através da política "café-com-leite", os tenentes continuaram se rebelando, ocorrendo vários conflitos em todo Brasil.














História Geral
História do Brasil
Constituições
Lutas do Povo   Revoluções
Datas Importantes
Familias dos Presidentes
Tratados 
Vídeos Históricos

História do Brasil  |  Família | Educação e Cultura   |  Esporte e Lazer  |Religião  |  Direito Brasileiro   |  Meio Ambiente  |  Músicas  | Notícias, Casos, Contos e Causos  |  Sabesp 

    Topo da Página            Início do Site

Websites [ Tuia.com.br ]                                 Bloco: Lutas Brasileiras
Faustino Emílio da Silva          Contatos: Faust@tuia.com.br.
Última atualização: sábado, 20 de novembro de 2010