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Período Republicano do Brasil de 1889 até hoje.


FASES DO PERÍODO REPUBLICANO

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A República da Espada ( de 1889 a 1894 )

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República Velha ( de 1894 a 1930 )

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Era Vargas ( 1930 a 1937 )

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Estado-Novo de Vargas ( 1937 a 1945 )

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Populismo ( 1945 a 1961)

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Parlamentarismo ( 1961 a 1963 )

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O Governo Presidencial de Jango ( 1963-1964 )

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Regime Militar ( 1964 a 1984 )

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Nova República ( 1988 até hoje ) Constituição de 1988

O Império Brasileiro, agonizou e passou por crises agudas, devido a várias fatores sociais, políticos, econômicos e de insubordinação, por parte do exército e do clero, até culminar com o famoso golpe de Estado, de 15 de novembro de 1989, desfechados pelos descontentes com o governo imperial. As causas principais foram:

bulletEvolução econômica e social da segunda metade do século XIX,
bulletAs questões episcopais e maçônicas,
bulletA questão militar,
bulletA questão da abolição, sem indenização aos proprietários de escravos.

Questões econômicas e sociais

As idéias republicanas não surgiram de repente no Brasil, já no início do século XVIII, estavam em voga, foi-se avolumando durante o século XIX e tomou incremento com a abolição da escravatura.

Com a abolição dos escravos, o descontentamento foi quase geral, os fazendeiros logo sentiram a falta de mão-de-obra para dar continuidade nas lavouras; e esse problema embora fosse em parte solucionado com a vinda de imigrantes estrangeiros, começaram as lavouras a ficarem abandonadas. A mão-de-obra africana antes vantajosa por não acarretar grandes despesas no custeio das lavouras, foi repentinamente abolida. Além de graves crises sociais de miséria e  e desigualdade social, a população negra ficar sem meios de subsistência; também os fazendeiros ficaram sem seus escravos e sem qualquer indenização.

Questões influenciadoras para a queda da monarquia

É importante ressaltar que, ao mesmo tempo em que se realizavam campanhas para a abolição da escravatura, ocorriam também campanhas para a causa republicana, para a luta do exército contra o trono e a luta dos bispos do Brasil para libertar a Igreja da sumissão ao estado.

Questão militar

Após a guerra com o Paraguai, os oficiais do exército brasileiro, começaram a adquirir novas idéias para suas aplicação no Brasil. Uma dessas idéias era o "ideal militar de salvação nacional"; ou seja de que só o exército poderia salvar o país. Segundo essa idéia, a função do exército, não deveria ser apenas na defesa da nação, mas especialmente salvar o [aís de seus problemas sociais, econômicos e políticos. Para eles, isto só seria possível com a participação direta do exército no poder.

Apartir daí, os militares, homens da farda, eivados por tais idéis de salvação nacional, marginalizado de participação no poder, contestavam diretamente qualquer determinação do governo imperial e dos políticos civís que o dominava. Ante a questão militar, até a a data da proclamação da República, todos os conflitos entre militares e o governo civil, os homens da farda sempre sairam vitoriosos.

O principal propagador dentro do exército, das idéis republicanas e o lema de "Ordem e Progresso", foi Benjamin Constant, militar e professor da Escola Militar do Rio de Janeiro.

Questão Política

Lembramos aqui, qua ao tempo do período imperial, haviam praticamente dois partidos, que revezam no poder: o Conservador e o Liberal. Do Partido Liberal com o advento da República se dividiu e uma ala formou o Partido Radical. Do Partido Radical, atrav;es  de um Manisfesto assinado por homens como Quintino Bocaiúva, Rangel Pestana, Saldanha Marinho e outros, surgiu o Partido Republicano. Dentro do Partido Republicanos por sua vez existia a ala dos Revolucionários como Silva Jardim, que propunha a luta armada para derrubar o Império e os Evolucionistas, como Quintino Bocaiúva e cujos adeptos eram a favor da não violência, que a Reública viria naturalmente.

O Império por não acompanhar o desenvolvimento da sociedade brasileira, não conseguia resolver  os problemas do país. 

Os republicanos evolucionistas, na corrida para fazerem a república antes dos revolucionários e assim evitar de lançar o povo contra o velho e decadente Império, se aproximaram dos militares, eles que representavam os fazendeiros de café e oligarquias em geral..

A conspiração se deu abertamente, tendo entre seus membros, figuras tais como: Benjamin Constant, Deodoro da Fonseca, Sólon Ribeiro. No dia 14 de novembro os conspiradores lançaram o boato de que o governo imperial havia mandado prender Deodoro da Fonseca e e Benjamin Constan. Era a justificativa para o golpe.

Por causa desses boatos, dois regimentos militares sediadis emSão Cristóvão, no Rio de Janeiro, se revoltaram.

Diante dos fatos, os defensores da causa republicana, como os militares Benjamim Constant e Sólon Sampaop Ribeiro, convenceram o velho e doente marechal a tomar a decisão final, como única alternativa de saida para evitar uma revolução, prenunciada por aclamações de militares e civís,  que estava para acontecer no campo de Santana.

A Proclamação da República em 15 de novembro de 1889

Antes do amanhecer do dia 15 de novembro de 1889, as tropas, sob a liderança do marechal Deodoro da Fonseca, já tinham ganhados as ruas da cidade e vitoriosos, surgiam as notíciam do fim do Império e o início de nova era repúblicana. 

Em 15 de novembro de 1889, ocorreu uma alteração substancial na forma de governar o Brasil, nem mesmo o povo brasileiro, como sempre alheio às radicais mudanças políticas, esperavam que isso fosse acontecer. O velho marechal Deodoro da Fonseca, amigo íntimo do Imperador, militar, devido as circunstâncias imediatas, por várias causas, num ato de desespero, declarou oficialmente com o apoio das forças armadas e da oligarquia reinante, que a partir daquela data o Brasil deixava de ser governado pelo Imperador ( monarquia ) e passariaa a ser governado por um presidente  na forma de República Federativa.

Parece que os acontecimentos foram tramados de forma oculta pois o Diário Oficial, no dia seguinte anunciava a Proclamação da República e a Organização do Governo Provisório.

Ao contrário dos demais países das Américas, o Brasil logo após sua independência, continuou adotando a monarquia como forma de governo. Mas as influências externas, logo se fizeram sentir, principalmente nos meios intelectuais. Isto perdurou até chegar a uma mudança radical com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1989.

Tendo em vista que já abordamos essas quetões no Capítulo anterior do 2º Imperio, destacamos aqui apenas duas que firam as mais importantes para a implantação da República brasileira

 

Obs.De 1889 a 1894, foi considerada a República da Espada, pois os presidentes militares Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto usaram da força para consolidar a República. As crises políticas, eram motivadas pelas divergências entre militares e fazendeiros. Enquanto os militres defendiam um sistema republicano centralizado, os fazendeiros defendiiam um regime republicano federativo.

Nas eleições de 1918, o vencedor havia sisdo o já ex-presidente Rodrigues Alves, entretanto ele adoeceu gravemente e veio a falecer em Janeiro de 1919, em seu lugar já havia assumido o vice Delfim Moreira em 15/11/1918. Lembramos  que mais tarde em 1985 como a emenda das diretas não havia passado no Congresso, o civil Tancredo de Almeida Neves vence em eleição indireta para presidente, mas não chega a tomar posse devido ao auma doença grave acometida na véspera do dia da posse. A posse foi dada ao seu vice José Ribamar Sarney.

Em 1930 Júlio Prestes venceu o pleito das eleições para presidente do Brasil, mas devido ao golpe de 1930, quando o Presidente Washigton Luís foi deposto, Júlio Prestes não chegou a tomar posse. O comando da Revolução entregou o poder a Getúlio Vargas que governou de 1930 a 1945..

Getúlio Vargas volta ao poder em 1951 e fica até agosto de 1954, quando comete suicídio.

No período entre o parlamentarismo em 1963 e a revoluçao de março de 1964 o presidente João Belchior Marques Goulart retoma o poder através de um plebiscito pelo sistema presidencialista de governo.

O primeiro presidente civil, depois do regime militar de 1964, eleito em eleição direta foi Fernado Collor de Melo

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Última atualização: quarta-feira, 02 de junho de 2010