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CIÊNCIA

 

10/01/2011 Segunda Feira: NASA descobre o menor planeta fora do sistema solar

 

 

Exoplaneta é similar à Terra, mas com temperaturas que chegam a 1500 °C

Foto: NASA
Kepler 10-b: parecido com a Terra, porém quente demais para conter vida

Um telescópio da Nasa descobriu o menor planeta fora do Sistema Solar, e ele é rochoso como a Terra.

Apesar disso, é quente demais para conter qualquer tipo de vida:em um de seus lados, as temperaturas chegam a 1500 °C. A agência espacial americana o batizou de Kepler 10-b, como uma homenagem ao telescópio que o encontrou, o Kepler.


A cientista Natalie Batalha disse que o Kepler 10-b tem 1,4 vezes o tamanho da Terra e uma massa equivalente a 4,5 vezes a do nosso planeta. Astrônomos já haviam encontrado outros planetas com massas similares à da Terra, mas nenhum com um tamanho semelhante.

O motivo de suas altas temperaturas é sua localização em relação à estrela que orbita: o novo planeta está 20 vezes mais perto dela do que Mercúrio do Sol.

Leia mais:também em Ig.com.br
A década dos planetas

 

08/12/2010 Quarta feira do último mês da primeira década do Século XXI e do Terceiro Milênio.

 

"Terrível mosca peluda" é encontrada no Quênia

Espécie rara de inseto é mais parecida com uma aranha, por ter pelos amarelos e não ser capaz de voar

Foto: AFP
Espécie só foi vista duas vezes anteriormente, em 1933 e 1948

Cientistas no Quênia localizaram uma das moscas mais raras e de aparência mais estranha no mundo, após uma longa busca pelo inseto apelidado de "terrível mosca peluda", anunciaram especialistas nesta quarta-feira.

Cientistas toparam com a mosca de pelos amarelos pela primeira vez em 1933, e então novamente em 1948. Desde então, pelo menos meia dúzia de expedições científicas visitaram um local entre as cidades de Thika e Garissa na tentativa de encontrar a mosca novamente.

Com cerca de um centímetro de comprimento, e encontrada até agora apenas sobre uma única pedra de 20 metros de altura, a mosca Mormotomyia hirsuta tem aparência mais semelhante a uma aranha que a uma mosca, devido a suas pernas peludas, disseram cientistas.

Incapaz de voar, a mosca se reproduz em fezes de morcegos, e acredita-se que ela viva apenas em uma fenda úmida, repleta de morcegos, em uma rocha isolada nos Montes Ukazi. Ela possui olhos minúsculos e asas não funcionais que lembram alças de cinto.

O pesquisador. Robert Copeland, do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos, sediado em Nairóbi, disse que a aparência física da mosca deixou os cientistas perplexos quanto ao lugar que ela ocupa na ordem das Dipteras, ou "moscas verdadeiras".

"Coletamos espécimes novos para submetê-los a análise molecular, para ver onde exatamente a 'terrível mosca peluda' se encaixa no processo evolutivo", disse Copeland à Reuters pelo telefone.

"Ela não possui adaptações óbvias para agarrar-se a outros animais, para se deslocar de um lugar a outro. Com suas pernas compridas, talvez consiga se agarrar a um morcego para pegar carona. Ela nunca foi encontrada em nenhum outro lugar."

A Mormotomyia hirsuta é o único membro de sua família biológica, e alguns especialistas em moscas acham que ela acabará provando ser a única família de moscas inteiramente restrita à África.

 

Descoberto o mais jovem Buraco negro


 

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A Nasa anunciou hoje a descoberta do mais jovem buraco-negro da chamada “vizinhança cósmica”.

Usando Observatório de Raios-X Chandra, os astrônomos identificaram o corpo de apenas 30 anos que seria um resquício da supernova SN 1979C, localizada na galáxia M100, a aproximadamente 50 milhões de anos-luz da Terra.

A SN 1979C foi descoberta por um astrônomo amador em 1979; ela se formou quando uma estrela de cerca de 20 vezes a massa do nosso Sol entrou em colapso.

Normalmente, os jovens buracos-negros do universo distante são localizados por causa de suas emissões de raios gama. No entanto, como a supernova SN 1979C está muito mais perto, os astrônomos acreditam que ela se encaixe em uma nova teoria: a de que a maioria dos buracos negros deve se formar quando o centro de uma estrela entra em colapso e raios gama não são produzidos. Assim, a única forma de identificá-los seria pelos raios-X.

Em 2005, um trabalho apresentado na Nasa dizia que a luz óptica brilhante desse tipo de supernova era abastecida por um jato vindo de um buraco negro; tal jato seria incapaz de penetrar o envelope de hidrogênio da estrela para formar raios-gama. Os elementos observados na SN 1979C se encaixam nessa teoria – e os dados do Chandra ajudaram a corroborá-la.

Entre 1995 e 2007, as observações revelaram um brilho vindo de uma fonte de raios-X que permaneceu igual, sugerindo fortemente a presença de um buraco negro. Detectar um corpo celeste como este apenas observando raios-X,no entanto, é muito difícil - são necessárias décadas de observações.

Todas as evidências apontam para um novo buraco negro na SN 1979C. Com apenas 30 anos, ele seria uma ótima oportunidade de estudar como esses corpos se desenvolvem, como se dá a explosão das estrelas de grande massa ou até mesmo como surgem outros tipos de estrelas. É que, embora remota, outra possibilidade é a de o objeto seja uma jovem estrela de nêutron. Girando rapidamente com os ventos gerados pelas partículas energizadas, ela poderia ser responsável pelas emissões de raio- X.

O trabalho foi liderado por Daniel Patnaude, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics e será publicado no New Astronomy Journal

 

Fonte: http://www.circuitomt.com.br/home/materia/48834

 

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Paixão pode aliviar dor física

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Estátua do faraó Amenhotep III é encontrada em Luxor

 

Foto: AFP

Imagem da estátua de 3.400 anos do faraó Amenhotep III com outra estátua de uma cabeça de falcão recentemente descobertas em Luxor

 

Arqueólogos encontraram em Luxor, no sul do Egito, parte de uma estátua de quase 3.400 anos que representa o faraó Amenhotep III, anunciou nesta quinta-feira o ministro egípcio de Antiguidades, Zahi Hawass.

A estátua mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com sua cabeça de falcão. A metade superior da estátua, em granito vermelho, foi descoberta no sítio do templo funerário de Amenhotep III, em Kom Al Hitan, no oeste de Luxor.

"É um dos achados mais lindos feitos no sítio funerário" de Amenhotep III, disse Hawass.

Os arqueólogos já haviam descoberto, no mês passado, outra estátua do faraó Amenhotep III, de 3.000 mil anos, na mesma região.

Amenhotep III, que reinou o Egito entre 1390 e 1352 a.C, seria o avô de Tutankamon, segundo análises de DNA de diversas múmias.

 

 

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Eleições no Brasil: Oportunidades e Oportunistas

Nas próximas eleições temos a oportunidades de escolher bem nossos governantes, entretanto devemos ficar atentos aos oportunistas que só querem, como se diz no jargão popular "Mamar nas tetas do governo". Lamentável, mas muitos estão ávidos e prontos para abocanhar nosso voto e levar a melhor. "Cuidado" o Lobo anda a solta, não se deixe enganar. Se por um lado é difícil escolher aquele político honesto, por outro fica bem mais fácil se já sabemos quem são os desonestos pelo histórico de suas atitudes administrativas e produção laborativa no parlamento.

Pessoas despreparadas para assumir tais funções sérias nos destinos da Nação e do País de maneira alguma devem ser escolhidas. Honestidades e preparo são elementos indispensáveis aos políticos de verdade. Só assim com pessoas capzes e habilitadas nosso Pais tem condições de se desenvolver e progredir sempre mais

 

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Stephen Hawking: Homem terá que colonizar espaço para sobreviver

O físico inglês disse acreditar que o futuro da humanidade está no espaço sideral

AFP | 09/08/2010 20:25

Stephen Hawking vista Papa Bento 16 no Vaticano

Foto: EFE

 

A raça humana terá que colonizar o espaço nos próximos 200 anos se não quiser desaparecer, advertiu esta segunda-feira o astrofísico britânico Stephen Hawking, em entrevista publicada no site Big Think.

"Penso que o futuro a longo prazo da raça humana está no espaço. Será difícil evitar uma catástrofe no planeta Terra nos próximos cem anos, sem falar dos próximos mil anos ou dos próximos milhões de anos", declarou o cientista no site na internet que se apresenta como um "fórum mundial que relaciona pessoas e ideias".

"A raça humana não deveria apostar apenas no planeta", acrescentou o cientista.

"Vejo grandes perigos para a raça humana. Em muitas ocasiões no passado, sua sobrevivência foi difícil", afirmou, mencionando em especial a famosa crise dos mísseis, em 1963, em Cuba.

"A frequência de tais ameaças provavelmente aumentará no futuro. Teremos necessidade de prudência e juízo para lidar com elas com sucesso. Sou otimista", disse Hawking.

Segundo ele, "se pudermos evitar uma catástrofe nos próximos dois séculos, nossa espécie se salvará se nos lançamos no espaço".

"Se somos os únicos seres inteligentes da galáxia, temos que garantir nossa sobrevivência", disse o cientista, considerando que o aumento da população mundial e os recursos limitados da Terra ameaçarão cada vez mais a espécie humana.

"Por isso, sou favorável a fazer voos tripulados ao espaço", disse.

Em abril, o cientista havia advertido que se os extraterrestres existissem, os homens deveriam evitar qualquer contato com eles, porque as consequências poderiam ser devastadoras.

Stephen Hawking, de 68 anos, mundialmente conhecido por seus trabalhos sobre o universo e a gravidade, é autor de "Uma Breve História do Tempo", um dos maiores 'best-sellers' da literatura científica.

Sofrendo desde os 22 anos de esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa que provoca paralisia, o cientista desloca-se em cadeira de rodas e se comunica através de um computador e um sintetizador de voz.

 

 

 

 

 

 

A Lua está encolhendo como uma maçã velha, revela Nasa

Imagens de sonda mostraram que a circunferência do satélite diminuiu 100 metros em cerca de 40 anos

AFP | 19/08/2010 16:29

Foto: NASA

Ondulações no terreno perto do local onde ficou a Apollo 17 (indicado pela seta) aconteceram recentemente e indicam que a Lua encolheu

A Lua encolheu como uma maçã velha, revelam imagens da Nasa, que explica esta contração pelo resfriamento interno do único satélite natural da Terra.

Essas imagens, publicadas nesta quinta-feira (19) na revista americana Science, mostram modificações na superfície da Lua não detectadas anteriormente, indicando que sua circunferência "retraiu cerca de 100 metros em um curto período de tempo", explicou Thomas Watters, do Museu Nacional do Ar e do Espaço e principal autor desse trabalho.

As conclusões foram tiradas graças às fotografias registradas pelas poderosas objetivas posicionadas a bordo da Sonda de Reconhecimento Lunar (LRO), um instrumento espacial que a Nasa colocou na órbita da Lua em junho de 2009.

As fotografias revelam a existência de "escarpas lobuladas" (ondulações) no solo da Lua. Estas formações se situam principalmente nas regiões lunares de média altitude, em volta de todo o satélite. A contração e o "enrugamento" da superfície lunar seriam, assim, consequencias do resfriamento do interior da Lua.

Esses traços geológicos já haviam sido fotografados próximos ao equador da Lua por câmeras panorâmicas durante as missões Apollo 15, 16 e 17, no início dos anos 70. Mas 14 novas escarpas lobuladas desconhecidas apareceram nas imagens de alta definição do LRO.

"Um dos aspectos mais impressionantes dessas ondulações lunares, é o fato de que elas parecem relativamente recentes", observou Thomas Watters.

"Eles surgiram na superfície lunar provavelmente por causa do resfriamento interno da lua", explicou.

"As imagens de ultra-alta definição fornecidas pelas câmeras de ângulo estreito a bordo do LRO vão revolucionar nossa percepção sobre a lua", declarou Mark Robinson, do Instituto da Terra e da Exploração Espacial da Universidade Estadual do Arizona (sudoeste), co-autor desta pesquisa e principal cientista responsável pelas câmeras do LRO.

 

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Última atualização: segunda-feira, 24 de dezembro de 2012