Rafard SP
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Paróquia N.Sra. de Lourdes

Dom Pedro II, nasceu em 02 de dezembro de 1825 no Estado do Rio de Janeiro e foi batizado como Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel
Rafael Gabriel Gonzaga. Sucedeu seu pai, Dom Pedro I,
que abdicou o trono em 07 de abril de 1831, Dom Pedro II era um homem muito inteligente e estava atento às novidades tecnológicas do seu tempo
sempre procurando modernizar o Brasil Império.



Irineu Evangelista de Sousa nasceu em Arroio Grande, município de Jaguarão RS, em 28 de dezembro de 1813.Grande impulsionador da indústria brasileira, o empresário, banqueiro e político brasileiro Irineu Evangelista de Sousa, visconde de Mauá, esteve à frente das principais iniciativas a favor do progresso material no segundo reinado.



Júlio Henrique Raffard nasceu aos 26 de dezembro de 1851, no Rio de Janeiro, onde seu pai, Eugênio Raffard, era cônsul suíço. Sua descendência era de emigrados franceses, sendo dos Raffard, por parte de pai e dos Lafonte de Montelimart, por parte de mãe. Raffard foi um notável empreendedor. Homem de grande iniciativa fundou o Engenho Central de São João de Capivari, em 1883.



Cognominada " a Redentora", a Princesa Isabel nasceu no Rio de Janeiro em 29 de julho de 1846 e faleceu em Paris em 14 de novembro de 1921. Era a segunda filha de D.Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina. Casou-se com o Conde D´ Eu em 1864. Recebeu o cognome de "A Redentora" por ter sancionado a Lei do Ventre Livre em 1871 e a Lei Aurea em 1888, lei esta que extinquiu a escravidão em todo o Brasil. A Princesa Isabel teve três filhos: Pedro de Alcântara, Luis Maria Felipe e Antônio Gastão Francisco. Seu nome completo era: Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança.

Hino à Rafard
(
Letra e música Sra. Dona Lucrecia Ferreira Lucchi)

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Rafard

Rafard!
Terra querida
De nossa vida
De encantos mil!
Rafard!
Tu és o louro
É um tesouro
Do meu Brasil!

Teus filhos herdaram
Dos bandeirantes
A fibra altiva e pioneira,
E transformaram
Como gigantes
A terra rica e hospitaleira.

Teus campos ridentes
De canaviais em flor
Entoam docemente
Terna canção de amor

De amor e trabalho
Que em majestosa lida,
Dá a todos agasalho
E ao dever convida.

Rafard!
Hino glorioso
De trabalho e amor!
Terra divina, primaveril.

Rafard!
És o esplenderoso
Exemplo do labor
Que anima e enaltece o Brasil
Brasil! Brasil! Brasil!

A história de Rafard
é uma história de vidas que se entrelaçam.


Óleo sobre tela representando Rafard no período de sua fundação.
Pintura de Eliseu de Oliveira

Um homem de visão e extremamente empreendedor, culto e dedicado que funda um engenho de açúcar e cria um povoado ao seu redor.

Trabalhadores deste engenho que impulsionam a economia.

Súditos que receberam sua princesa Isabel e o bisneto de D. Pedro II.

Imigrantes que deixando a terra natal sonham com dias melhores nesta terra tão querida e põe-se a lavrar a terra.

Atletas de fim-de-semana que avivavam as colônias com seus campeonatos memoráveis.

Uma artista genial, Tarsila, que aqui sonhou suas obras.

Famílias que vão crescendo e partilhando a alegria de começar e vencer.

Um povo com o grande desejo de liberdade para conduzir o próprio destino.

Cidadãos que com perseverança, luta e alegria conquistaram sua emancipação.

Novas famílias, agora de migrantes brasileiros, buscando construir a felicidade em uma terra acolhedora e hospitaleira.

A história do município de Rafard é assim. Uma história profundamente humana.

Nas linhas abaixo, você é convidado a conhecer um pouco desta história.

Uma história que continua no coração de cada um de nós, rafardenses com orgulho, que escolhemos essa terra para perpetuar a história das futuras gerações.

A história da nossa fundação

Do ponto de vista histórico, essa iniciativa teve a participação direta e indireta de personagens públicas muito conhecidas pela sua importância no cenário político e empresarial da época do Brasil Império.

No fim do século XIX, o imperador Dom Pedro II, havia incluído em seu plano de governo, a exemplo do que já havia feito em Pernambuco e na Bahia, a montagem de engenhos de açúcar em solo paulista.

Eram necessários empreendedores e a estratégia do governo foi o de atrair, através de concessão sobre garantia de juros, os homens que iriam construir os engenhos, recrutar a mão-de-obra e gerenciar a empresa.

A primeira concessão de garantia de juros aconteceu em 06 de novembro de 1875 mediante Decreto Legislativo de número 2.687.

O Sr. Joaquim Travassos e Bernardo Avelino Gavião Peixoto assumiram a construção do Engenho Central na Província de São Paulo em 03 de maio de 1876, data do Decreto Legislativo número 6.191 que autorizou a empreitada.

A designação era a de que esse senhores construíssem esse Engenho Central no município de Capivari.

Em 20 de setembro de 1876, o Decreto de número 6.317 fez com que a nova companhia a ser construída tivesse sua autorização de funcionamento aprovada.

Este mesmo Decreto aprovou os Estatutos que a regeriam.

Porém, o Sr. Travassos e o Sr. Gavião Peixoto não levaram a cabo o seu empreendimento.

Foi conseguida uma prorrogação do plano e orçamento das obras de construção, em 13 de abril de 1877, com o Decreto de número 6.358.

Não seria desta vez, que o Engenho Central seria construído pois, em 16 de março de 1881, o Decreto 8.045 declarou a concessão caduca e projetos não foram adiante.

O imperador não desiste de seu objetivo e neste ponto da história entram em cena um grande colaborador de Dom Pedro II e personagem muito conhecido dos brasileiros: Irineu Evangelista de Souza.

O Barão de Mauá, como também era conhecido, sabendo das intenções do Imperador procurou agir como o homem que facilitaria a realização dos desejos de sua majestade.

Homem extremamente prático, Irineu Evangelista de Souza não demorou a encontrar o homem que seria uma das peças fundamentais para que o desejo de Dom Pedro II se realizasse.

O Barão de Mauá, em uma de suas viagens a Paris para comprar material para construir suas estradas de ferro em território brasileiro, conheceu um engenheiro mauriciano de descendência francesa chamado André Patureau.

Este senhor era o então responsável por modernizar toda a indústria açucareira da Ilha Maurício, antiga "Ilha de França".

Seu trabalho era técnico e consistia em instalar usinas centrais movidas a vapor feito de material moderno, para a produção de açúcar evaporado e cristalizado no vácuo, tornando-o branco através da secagem centrífuga.

Sua técnica era muito apreciada pois, foi uma resposta criativa e urgente aos problemas de concorrência que França e Inglaterra sofriam com relação ao açúcar refinado de beterraba produzido em modernas usinas construídas por toda a Europa.

O açúcar bruto de cana produzido em suas colônias não era mais tão facilmente aceito pelo exigente mercado europeu.

Sem imaginar o impacto que provocaria nas pequenas instalações industriais artesanais, o Sr. Patureau viu com satisfação o resultado de seu trabalho inovador dar os primeiros frutos.

Por intermédio do Barão de Mauá, o imperador Dom Pedro II ficou sabendo de todo esse processo de modernização e querendo implantar esse diferencial competitivo também aqui em terras brasileiras, convidou-o para abrir e reorganizar as primeiras usinas de açúcar do estado de São Paulo.

O Sr. André aceitou o desafio e mudou-se para o Brasil com sua família desembarcando no porto de Santos em 1879.

As terras de Porto Feliz, Capivari (Villa Raffard) e Piracicaba foram visitadas e confirmadas pelo Sr. Patureau como a de melhor qualidade e mais adaptáveis à cultura da cana.

Foram nestas terras, que este senhor começou o árduo trabalho de implantação de seus conhecimentos, técnicas e equipamentos.

O reconhecimento pelo seu trabalho foi materializado por Dom Pedro II que condecorou-o com a Comenda da Imperial Ordem da Rosa pelos valiosos serviços prestados ao desenvolvimento da indústria nacional.

Não bastava, entretanto, um técnico renomado para fazer com que os objetivos do imperador acontecessem.

Era preciso que um empreendedor talentoso, trabalhador, persistente e visionário aparecesse e se interessasse pela política de concessão de garantia de juros mantida pelo imperador.

Essas qualidades e mais o preparo intelectual, comercial e cultural foram encontrados no Sr. Júlio Henrique Raffard.

Descendente de franceses, nascido em 26 de dezembro de 1851 (consulte a sessão FUNDADOR) o Sr. Raffard transformou em realidade o antigo desejo do imperador, assumindo a construção do Engenho Central e tornando-o realidade.

Dom Pedro II e o ministro da Agricultura, Sr. Pedro Luís Pereira de Souza, assinam, em 28 de maio de 1881, o Decreto de número 8.123.

Este Decreto aprovou nova concessão de garantia sobre juros feita diretamente ao Sr. Júlio Henrique Raffard para assim organizar e estabelecer o Engenho Central no município de São João de Capivari, Província de São Paulo.

Com a concessão em mãos, em 1882, o Sr. Raffard forma sociedade com um grupo inglês, vendendo-lhes parte de seus direitos.

Juntos fundavam a "The S. Paulo Sugar Factory of Brazil Limited" e escolheram para a futura indústria açucareira um local que se distanciava apenas a dois quilômetros e meio da cidade de Capivari junto à margem esquerda do rio que recebia o mesmo nome.

Era uma localização estratégica, pois ficaria próxima da estação Estrada de Ferro Ituana o que facilitaria a escoação da sua produção.

Estas terras eram de propriedade dos senhores João de Campos Camargo, chamada Fazenda Boa Vista e do Conselheiro Bernardo Avelino Gavião Peixoto, chamada Fazenda Leopoldina.

A pedra fundamental do engenho foi lançada em 12 de maio de 1883.

A pedra assentada pelo Conselheiro Gavião Peixoto, foi abençoada pelo Padre Haroldo de Camargo Tracy Prado Dautre.

A solenidade comemorativa foi muito prestigiada e contou com a presença de autoridades e membros da alta sociedade capivariana.

Dr. Cesário Motta, o Engenheiro Henrique Raffard, o advogado Dr. Luiz de Souza e o Professor Luiz de Freitas discursaram durante o evento.

Ainda em 1883, a "The San Paulo Central Sugar Factor of Brazil Limited" recebeu a transferência da concessão pertencente ao Sr. Raffard. Para a capacidade de moagem de 200 toneladas/dia, o grupo inglês compra caldeiras, moendas, defecadores, tríplices, vácuos e outros equipamentos da empresa escocesa "Dale & Kirckaldy".

Nesse período, o Sr. Henrique Raffard contou com o Sr. André Patureau na área de assessoria técnica e com a ajuda de especialistas, os senhores Henry White e Frederico H. Sawyer, respectivamente cedidos pelo fornecedor dos materiais e pelos acionistas ingleses.

O Município de Capivari já era zona canavieira com instalações dispersas em seu território e os senhores de engenho comprometeram-se a cessar suas atividades e direcionar o fornecimento de cana para o Engenho Central.

Esse comprometimento foi documentado em um acordo assinado entre as partes. No entanto, a maioria recusou cumprir o acordo e a safra de 1884 só foi possível graças as lavouras de cana do Conselheiro Gavião Peixoto e de alguns fornecedores que fiéis ao acordo, cumpriram com sua palavra.

O início das atividades de fabricação aconteceu em 26 de junho de 1884.

Neste mesmo ano, a Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, herdeira do trono, visita na companhia de seu esposo, filhos e comitiva, o Sr. Júlio Henrique Raffard.

A também chamada Condessa D´Eu, deixou registrado no "Diário da Princesa Isabel", um trecho sobre sua passagem por nossas terras no que entitulou "Excursão a São Paulo":

"Dia 12 de novembro de 1884. Às 7 menos um quarto, parti de novo com a Baronesa, Marechal e Conde de Três Rios (que nos tem acompanhado sempre assim como o Novais) para Capivari e Piracicaba. Em Capivari, encontrei Gaston. Visita ao Engenho Central de Capivari, dirigido pelo Monsieur Raffard, casado com a irmã mais moça de D. Carlota de Morais Barros (nota número 2 de Gumbleton). Carlota Moreira Barros, casada com o Conselheiro Dr. Antonio Moreira Barros, Deputado Geral, Ministro do Estrangeiro. Engenho muito grande, muito boas máquinas, agradou-me muito, assim como o acolhimento que com o tempo, o modesto engenho toma porte...".

A indústria por ele edificada atrai um pequeno povoado maravilhado pelas oportunidades de trabalho que representa.

O lugar é rapidamente conhecido por a "Villa do Henrique Raffard".

Seus primeiros povoadores foram imigrantes italianos que a partir de 1875 foram chegando nos sítios e fazendas da região.

Esses mesmos imigrantes viram a "Villa do Henrique Raffard" transformar-se em "Villa Raffard" e depois, com o tempo, tornar-se tão somente "Raffard" numa justa e inesquecível homenagem ao homem que deu vida, sonhos e esperança a uma terra abençoada.

Esses homens e mulheres, longe de sua pátria, são tão bem acolhidos nessa nova terra que logo põe-se a trabalhar fazendo dela o seu novo lar.

A chaminé e sua fumaça não só eram sinais de trabalho e dias melhores. Era sinal de que havia perspectiva de que suas famílias ali iriam subsistir.

As grandes moendas do engenho são movidas graças aos braços fortes que alimentam ao caldeiras colocando-lhes a lenha.

Os mesmos braços que lavram o campo, cultivam as lavouras e cuidam do campo semeiam o sonho de uma cidade que um dia seria realidade...

(Mais sobre a História de Rafard nas futuras atualizações deste website).

Mapa com característica meramente ilustrativa.
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Distância em Km de outras cidades:

Cidade

 Km

Sta. Bárbara 38
Piracicaba  43
Limeira 76
Rio Claro 83
Americana 43
Mombuca 17
Capivari 03
Monte Mor 25
Indaiatuba 33
Campinas 50
Tiete 30
Porto Feliz 32
Salto 34
Itu 44
Sorocaba 78
Tatuí 70
São Paulo 120

Distâncias da Capital do Estado

Por via rodoviária:

Anhanguera 156 km
Bandeirantes 140 km
Castelo 135
Em linha reta 104 km

Principais estradas regionais

Rafard – Tietê
Rafard – Capivari – Mombuca
Rafard – Capivari – Piracicaba
Rafard – Capivari – Santa Bárbara D’Oeste
Rafard – Capivari - Salto
Rafard – Capivari – Indaiatuba
Rafard – Porto Feliz
Rafard – Capivari – Campinas
Rafard – Capivari – Paulínia
Rafard – Capivari – Campinas – Jundiaí
Rafard – Capivari – Campinas – Jundiaí – São Paulo

.: FUNDADOR


Júlio Henrique Raffard


Eugênio Raffard, pai de Júlio Henrique Raffard

Júlio Henrique Raffard e sua esposa Eudóxia


Henriette, filha de Júlio Henrique Raffard


Fernando e Octávio Raffard, filhos de Júlio Henrique Raffard

 

Júlio Henrique Raffard nasceu aos 26 de dezembro de 1851, no Rio de Janeiro, onde seu pai, Eugênio Raffard, era cônsul suíço. Sua descendência era de emigrados franceses, sendo dos Raffard, por parte de pai e dos Lafonte de Montelimart, por parte de mãe.

Sua formação escolar e acadêmica aconteceu na Europa, mais precisamente em Genebra onde dedicou-se à formação literária. Em Paris, iniciou o estudo das ciências matemáticas, interrompido por decisão de seu pai que idealizava a carreira de comércio para o filho.

Abraçou o conselho paterno e com dedicação lançou-se ao estudo e à prática da economia, comércio e indústria.

Personalidade de visão única, desenvolveu relacionamentos com grupos econômicos ingleses que permitiu-lhe conhecer especialistas na fabricação de açúcar.

Raffard foi um notável empreendedor. Homem de grande iniciativa fundou o Engenho Central de São João de Capivari, em 1883.

Com o tempo, a indústria por ele edificada atrai um pequeno povoado maravilhados pelas oportunidades de trabalho que representa.

O lugar é rapidamente conhecido por a “Villa do Henrique Raffard”.

Seus primeiros povoadores foram imigrantes italianos que a partir de 1875 foram chegando nos sítios e fazendas da região.

Esses mesmos imigrantes viram a “Villa do Henrique Raffard” transformar-se em “Villa Raffard” e depois, com o tempo, tornar-se tão somente “Raffard” numa justa e inesquecível homenagem ao homem que deu vida, sonhos e esperança a uma terra abençoada.

Além de ter sido reconhecido na sua época como trabalhador incansável que aperfeiçoou a cultura da cana, Júlio Henrique Rafard foi um homem intensamente envolvido em diversas áreas da sociedade brasileira tendo vários títulos e participação em muitas instituições.

Podem ser destacadas o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro que teve-lhe por sócio benemérito e secretário efetivo por muitos anos e o Diário Oficial acolheu-o como redator auxiliar. Foi também colaborador do Diário do Comércio e do Jornal do Brasil.

Além dessas instituições , o Sr. Raffard foi Comendador da Real Ordem Militar Portuguesa de Nosso Senhor Jesus Cristo e por ocasião do falecimento de seu pai, Eugênio Raffard, assumiu a gerência do Consulado Geral da Suíça até que um novo Cônsul fosse indicado e assumisse o posto.

A Inspetoria de Imigração e o Centro do Açúcar também receberam seus valiosos serviços. Era vice-presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa e pertencia aos quadros do Instituto Histórico de São Paulo e do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.

Porém, foi como escritor que deixou sua marca de homem esclarecido e de possuidor de uma inteligência única.

Suas mãos produziram importantes relatórios e estudos históricos de alto valor como a História de Petrópolis por ocasião do aniversário de 50 anos de sua fundação.

O imperador Dom Pedro II também foi registrado pelo Sr. Raffard que reuniu em mais de mil páginas de documentos e escritos sobre a vida desse que foi nosso último rei português.

Muitas sociedades científicas brasileiras e estrangeiras o tiveram como sócio pois dedicou a elas muito de sua energia e colaboração.

Em 05 de julho de 1906 entregou seu espírito a Deus e foi sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro no dia 06 às 10 horas da manhã.

Seu legado de trabalhador incansável, estudioso perspicaz, empreendedor visionário e de colaborador irrestrito com as causas de instituições brasileiras ficaram perpetuados em nossa cidade e no espírito de cada cidadão que hoje ostentam orgulhosos o nome de rafardenses numa justa homenagem aquele que aqui deixou sua marca e parte de sua história.

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Última atualização: 19 de fevereiro de 2009 .